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Professor de matemática atuando na rede municipal de ensino.
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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Minha Casa, Minha Vida 2 construirá 820 casas na região do Seridó

 
A Presidenta da República, Dilma Rousseff, anunciou nesta quinta-feira (12), em Brasília (DF), os 2.582 municípios brasileiros com até 50 mil habitantes selecionados para a construção de 107.348 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida 2. Serão investidos R$ 2,8 bilhões em moradias para famílias com renda mensal de até R$ 1.600,00. Do total de municípios selecionados, 1.163 estão sendo contemplados pela primeira vez pelo programa.

Na região do Seridó, foram escolhidos 20 municípios, totalizando 820 residências que serão construídas na região. Com exceção de Parelhas e Currais Novos que foram contempladas com 50 unidades cada uma, as demais receberão 40 casas do programa. Os municípios escolhidos foram: Bodó, Carnaúba dos Dantas, Cerro Corá, Cruzeta, Currais Novos, Equador, Florânia, Ipueira, Jardim de Piranhas, Jardim do Seridó, Jucurutu, Lagoa Nova, Ouro Branco, Parelhas, São Fernando, São João do Sabugi, São José do Seridó, São Vicente, Serra Negra do Norte e Tenente Laurentino Cruz.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Beneficiados com casas do “Nova Caicó” entregarão “abaixo-assinado” a governadora nesta quinta



Um grupo de beneficiados com residências do Conjunto Habitacional “Nova Caicó” aproveitarão a vinda da governadora Rosalba Ciarlini, nesta quinta-feira à Caicó, para entregar em suas mãos, um abaixo-assinado cobrando a aquisição de uma bomba, único equipamento que falta para que a lagoa de tratamento de esgotos entre em funcionamento.

“Não será uma manifestação e nem qualquer espécie de protesto. Iremos aproveitar, de forma pacífica a vinda da governadora, para sensibilizá-la do nosso sofrimento, esperando há anos receber nossa casa, e pelo que nos informaram depende apenas dessa bomba”, explicou ao Blog um dos moradores.

O abaixo-assinado estará disponível de todos os beneficiários para ser assinado, a partir das 8 horas da manhã desta quinta-feira, na portaria do Centro Pastoral Dom Wagner, local onde às 10 horas a governadora participa do lançamento de programas de cisternas.

terça-feira, 27 de março de 2012

ONU diz que articulação governamental no Minha Casa, Minha Vida é exemplo

ONU diz que articulação governamental no Minha Casa, Minha Vida é exemplo


Rio de Janeiro - A capacidade de articular os governos federal, estaduais e municipais para ampliar a oferta de habitação no país é uma das principais características do Programa Minha Casa, Minha Vida, segundo a avaliação da equipe de especialistas da agência da Organização das Nações Unidas para Habitação (ONU-Habitat).



O grupo está no Brasil para documentar práticas relacionadas ao programa, lançado em 2009 pelo governo federal, com o propósito de construir e financiar 1 milhão de moradias para famílias de baixa renda. As conclusões farão parte de uma publicação que a ONU-Habitat lançará em 2016, com experiências bem-sucedidas em diversos países e metas atíses, como a Etiópia e o Chile.


De acordo com o representante da ONU-Habitat Erik Vittrup, o Minha Casa, Minha Vida tem uma visão “adequada” de como atacar o problema do déficit habitacional.


“O programa entende que essa questão não se resume à construção de casas, mas que a solução depende de um modelo de governança, envolvendo as três esferas de poder para a construção de cidades. Trata-se de um modelo de parceria e interação entre governo federal, estadual e local, o que em muitos países, mesmo grandes, sequer existe”, ressaltou.


Vittrup destacou ainda que a parceria estabelecida com empresas privadas para as construções é um mecanismo importante de dinamização do setor. As unidades habitacionais do programa são erguidas por construtoras privadas e financiadas para as famílias pela Caixa Econômica Federal.


Ele citou ainda a flexibilidade observada no programa, que dois anos após sua implementação ganhou uma segunda etapa, com alguns ajustes. Entre as novidades da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, lançada em junho do ano passado, estão a ampliação das faixas de renda familiar nas áreas urbana e rural e uma maior ênfase nas obras de saneamento básico nas áreas construídas.


“Essa flexibilidade não é usual em programas tão grandes e que envolvem tantos atores”, afirmou o representante da ONU-Habitat.


Erik Vittrup acrescentou que um dos principais desafios para a definição de uma estratégia global para as próximas décadas é evitar o desenvolvimento de programas habitacionais que construam guetos de pobres que se contraponham aos condomínios de luxo.


“Isso já ficou provado que não é eficiente e seguro. As pessoas precisam morar em locais onde elas possam ter por perto trabalho, acesso aos serviços, como saúde, interação cultural e comercial. Essa aglomeração de setores e de economias gera prosperidade local”, disse.
De acordo com o Ministério das Cidades, a segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida prevê a construção de 2 milhões de unidades habitacionais com investimentos de R$ 125,7 bilhões entre 2011 e 2014.